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quinta-feira, 31 de agosto de 2017
quarta-feira, 5 de julho de 2017
terça-feira, 19 de julho de 2016
Convergência Negra
Diante da grave crise econômica, política, ambiental, humanitária e moral, cresce consequentemente as crises sociais manifestadas pelo racismo, a xenofobia, a violência, e várias formas de intolerância. O pensamento conservador e retrocesso das políticas públicas tornam-se mais evidentes. Porém, lideranças do Movimento Social Negro estão fortalecendo o diálogo sobre os desafios da conjuntura e o futuro da luta negra no Brasil e encontra-se em intensa articulação sócio-política.
Já foram realizados dois grandes momentos de discussões, em Salvador/BA (Novembro/2015) e no Fórum Social Mundial em Porto Alegre/RS (Janeiro/2016), que resultou na constituição da plataforma política e o plano de lutas – comum e unitário – contendo dez (10) pontos de referência, são eles: Contra a redução da maioridade penal; Combater o extermínio/genocídio da juventude negra; Aprofundar as políticas e ações afirmativas no país, com destaque nas mulheres negras; Autonomia das mulheres negras e participação nos espaços de poder público e privado; Lutar pela efetivação das leis 10.639/03 e 11.645/08; Avançar na pauta quilombola, nenhum quilombo sem suas terras regularizadas e tituladas e com políticas públicas para melhoria da qualidade de vida; Combater a intolerância e violência religiosa, garantir a laicidade do estado e proteger a liberdade de culto; Criminalizar a homofobia; Pela aprovação da PL 4471/12, que põe fim aos autos de resistência; Democratização dos meios de comunicação; A cultura afro brasileira como parte fundamental da cultura geral no Brasil, neste sentido luta-se pela ampliação da sua inclusão nas políticas públicas, bem como, em toda e qualquer discussão do movimento negro brasileiro, enquanto instrumento de transformação social.
Atualmente, integram a Convergência Negra, as organizações brasileiras: Agentes de Pastoral Negros (APNs); Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN); Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro-Brasileira (CENARAB); Coletivo de Ativistas Anti-Racistas (QUILOMBAÇÃO); Coletivo de Entidades Negras (CEN); Coletivo Nacional de Juventude Negra (ENEGRECER); Coordenação Nacional das Comunidades Quilombolas (CONAQ); Coordenação Nacional de Entidades Negras (CONEN); Fórum Nacional de Juventude Negra (FONAJUNE); Fórum Nacional de Mulheres Negras (FNMN); Movimento Negro Unificado (MNU); Rede Nacional de Negras e Negros, Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (AFRO LGBT); e União de Negros pela Igualdade Racial (UNEGRO).
No último sábado(16.07), na cidade de Aracaju(SE), foi promovida mais uma importante reunião nacional e o Ato Público “Negr@s não Temer”; além de debater as próximas agendas de atuação: Mobilização nos Estados contra o Impeachment (12 de agosto); Plenária Nacional da Convergência em Salvador (10 de setembro); e a Marcha “Um milhão de Negros e Negras nas ruas por nenhum direito a menos para todos e todas nós” (20 de novembro).
Eis um grande momento de fortalecimento da luta por justiça social!
Fonte: Coluna Axé – 400ª edição – Jornal Tribuna Independente (19 a 25/07/16) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com
Já foram realizados dois grandes momentos de discussões, em Salvador/BA (Novembro/2015) e no Fórum Social Mundial em Porto Alegre/RS (Janeiro/2016), que resultou na constituição da plataforma política e o plano de lutas – comum e unitário – contendo dez (10) pontos de referência, são eles: Contra a redução da maioridade penal; Combater o extermínio/genocídio da juventude negra; Aprofundar as políticas e ações afirmativas no país, com destaque nas mulheres negras; Autonomia das mulheres negras e participação nos espaços de poder público e privado; Lutar pela efetivação das leis 10.639/03 e 11.645/08; Avançar na pauta quilombola, nenhum quilombo sem suas terras regularizadas e tituladas e com políticas públicas para melhoria da qualidade de vida; Combater a intolerância e violência religiosa, garantir a laicidade do estado e proteger a liberdade de culto; Criminalizar a homofobia; Pela aprovação da PL 4471/12, que põe fim aos autos de resistência; Democratização dos meios de comunicação; A cultura afro brasileira como parte fundamental da cultura geral no Brasil, neste sentido luta-se pela ampliação da sua inclusão nas políticas públicas, bem como, em toda e qualquer discussão do movimento negro brasileiro, enquanto instrumento de transformação social.
Atualmente, integram a Convergência Negra, as organizações brasileiras: Agentes de Pastoral Negros (APNs); Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN); Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro-Brasileira (CENARAB); Coletivo de Ativistas Anti-Racistas (QUILOMBAÇÃO); Coletivo de Entidades Negras (CEN); Coletivo Nacional de Juventude Negra (ENEGRECER); Coordenação Nacional das Comunidades Quilombolas (CONAQ); Coordenação Nacional de Entidades Negras (CONEN); Fórum Nacional de Juventude Negra (FONAJUNE); Fórum Nacional de Mulheres Negras (FNMN); Movimento Negro Unificado (MNU); Rede Nacional de Negras e Negros, Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (AFRO LGBT); e União de Negros pela Igualdade Racial (UNEGRO).
No último sábado(16.07), na cidade de Aracaju(SE), foi promovida mais uma importante reunião nacional e o Ato Público “Negr@s não Temer”; além de debater as próximas agendas de atuação: Mobilização nos Estados contra o Impeachment (12 de agosto); Plenária Nacional da Convergência em Salvador (10 de setembro); e a Marcha “Um milhão de Negros e Negras nas ruas por nenhum direito a menos para todos e todas nós” (20 de novembro).
Eis um grande momento de fortalecimento da luta por justiça social!
Fonte: Coluna Axé – 400ª edição – Jornal Tribuna Independente (19 a 25/07/16) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com
sábado, 14 de novembro de 2015
PARCERIA: Anajô e Coopvila no mês da consciência negra
A atividade é destinada aos catadores(as) de materiais recicláveis, jovens e moradores da comunidade Vila Emater II - que se constituiu há mais de 30 anos, ao lado do antigo lixão de Maceió (desativado em 2010).
quarta-feira, 20 de maio de 2015
sexta-feira, 15 de maio de 2015
9º Tambor Falante
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sábado, 1 de março de 2014
Enfim, a posse do CONEPIR/AL
Finalmente, nessa sexta-feira(28.02) no Palácio do Governo de Alagoas, ocorreu a posse dos integrantes do Conselho Estadual de Igualdade Racial de Alagoas (Conepir).
É o povo indígena, cigano, comunidades tradicionais e grupos de segmentos afros lutando juntos por dignidade, igualdade, respeito e mais políticas públicas.
Depois de muita cobrança pelas redes sociais e audiência no Ministério Público Estadual, agora, é o momento de trocar experiências, fiscalizar e contribuir para a transformação social. Axé!
Confira o registro fotográfico:
Confira o registro fotográfico:
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Entrevista com Helcias Pereira sobre os APNs
Confira o Programa Pauta Especial, da TVE Alagoas, gravado no dia 29/04/13. O ativista Helcias Pereira abordou sobre a importância e atuação dos Agentes de Pastoral Negros do Brasil (APNs), entidade do Movimento Social Negro que completou 30 anos de existência em 14 março de 2013.
sábado, 11 de maio de 2013
Bastidores: APNs 30 anos
Alguns momentos desse evento inesquecível em Alagoas ... Agentes de Pastoral Negros do Brasil (1983-2013).
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