sábado, 2 de dezembro de 2017
quarta-feira, 22 de novembro de 2017
Cojira-AL: 10 anos
No próximo dia 24 de novembro, a Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojira-AL) completa dez anos de fundação e atuação no Estado de Alagoas. É vinculada ao Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Alagoas (Sindjornal) e foi o primeiro núcleo do Nordeste a trabalhar as questões étnicorraciais no movimento sindical da categoria.
Também existem cojiras nos estados da Bahia, Distrito Federal, Paraíba, Rio de Janeiro, São Paulo e o Núcleo de Comunicadores Afro-Brasileiros do Rio Grande do Sul – juntos, formam a Comissão Nacional de Jornalistas pela Igualdade Étnicorracial (Conajira) que é um órgão consultor da Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj).
Porém, Alagoas destaca-se na interlocução entre o movimento social negro e a mídia alagoana, facilitando o repasse das informações e na indicação de entrevistados e entrevistadas sobre as questões étnicorraciais; contribui para a reflexão sobre a realidade da população afrodescendente durante todo ano; divulga as ações político-culturais e eventos dos segmentos afros; além de promover debates e participar de palestras sobre o papel da mídia no combate do racismo, o discurso de ódio, à intolerância e outras formas de intolerância.
Dentre as ferramentas de trabalho, estão: o blog www.cojira-al.blogspot.com.br e a Coluna Axé publicada semanalmente no jornal Tribuna Independente desde 2008. Também exerce um papel importante no controle social e defesa das políticas públicas, com atuação marcante por duas gestões, no Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial (Conepir-AL).
É motivo para se orgulhar e festejar, mas, ainda há muito o que fazer! Os desafios continuam... que venham mais dez anos. Axé!
Fonte: Coluna Axé – 468ª edição – Jornal Tribuna Independente (22 a 27/11/17) / Cojira-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com
Também existem cojiras nos estados da Bahia, Distrito Federal, Paraíba, Rio de Janeiro, São Paulo e o Núcleo de Comunicadores Afro-Brasileiros do Rio Grande do Sul – juntos, formam a Comissão Nacional de Jornalistas pela Igualdade Étnicorracial (Conajira) que é um órgão consultor da Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj).
Porém, Alagoas destaca-se na interlocução entre o movimento social negro e a mídia alagoana, facilitando o repasse das informações e na indicação de entrevistados e entrevistadas sobre as questões étnicorraciais; contribui para a reflexão sobre a realidade da população afrodescendente durante todo ano; divulga as ações político-culturais e eventos dos segmentos afros; além de promover debates e participar de palestras sobre o papel da mídia no combate do racismo, o discurso de ódio, à intolerância e outras formas de intolerância.
Dentre as ferramentas de trabalho, estão: o blog www.cojira-al.blogspot.com.br e a Coluna Axé publicada semanalmente no jornal Tribuna Independente desde 2008. Também exerce um papel importante no controle social e defesa das políticas públicas, com atuação marcante por duas gestões, no Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial (Conepir-AL).
É motivo para se orgulhar e festejar, mas, ainda há muito o que fazer! Os desafios continuam... que venham mais dez anos. Axé!
Fonte: Coluna Axé – 468ª edição – Jornal Tribuna Independente (22 a 27/11/17) / Cojira-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com
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terça-feira, 14 de novembro de 2017
Vamos subir a Serra
A programação do mês da consciência negra começou com força em Alagoas, repleta de atividades que promovem a reflexão sobre o episódio histórico da luta por liberdade e dignidade no Quilombo dos Palmares; além da valorização da cultura e história afro-brasileira, o combate ao racismo. De 15 a 19 de novembro de 2017, a orla da Pajuçara em Maceió, será palco de um encontro educativo, cultural, político-econômico-social e histórico, com o projeto/evento Vamos Subir a Serra!
Trata-se de uma realização do Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô, entidade vinculada aos Agentes de Pastoral Negros do Brasil (APNs), em parceria com a Núcleo Zero e gestão de Simone Benchimol; e conta com o patrocínio do Sebrae, da Braskem e da Federação das Indústrias de Alagoas (FIEA), além da parceria da Prefeitura de Maceió, por meio da Fundação Municipal de Ação Cultural e do governo federal, através da Fundação Cultural Palmares.
A finalidade é fomentar e evidenciar as potencialidades do povo negro através de eventos simultâneos com a temática étnico-racial, tais como: feira de produtos afros-quilombolas, ciclo de palestras com nomes de referência local e nacional, tendo como foco o empreendedorismo afro, pertencimento étnico, turismo étnico, empoderamento da mulher negra e a Serra da Barriga como marco fundante.
As oficinas possuem inscrições gratuitas (uma hora antes) com 40 vagas: a primeira acontecerá nessa quarta-feira(15) das 8h às 10hs com o tema: Empoderando, embelezando, glorificando as mulheres com o uso de turbantes – “Seu turbante, sua coroa”, ministrada por Lucélia Tayná; em seguida, das 10h30 às 12h30, será a vez da Oficina Bate cachos – corte a seco ao vivo e tudo sobre cuidados em casa, com Tamires Melo; no dia 16 de novembro, quinta-feira, das 8h às 12h30. Neste dia, a primeira abordará o tema Marketing pessoal – “Você é o seu melhor produto”, com o jornalista e psicólogo Carlos Gonçalves e a participação de Yalla Barros, profissional de estética negra. Das 10h30 às 12h30, será a vez da oficina Empreendedorismo e Produção Cultural, tendo como oficineiro Jonathan Santos Silva, administrador de empresas e coordenador do Cenafro.
Também terá cine-fórum, performances artísticas culturais; o Fala Preta #tireavendadoracismo no dia 15 a partir das 14hs, seguido do desfile Afro-in com a apresentação da cantora Mel Nascimento; e uma viagem pela história do Quilombo dos Palmares, em visitação no dia 18 à Serra da Barriga, em União dos Palmares. Todos os participantes terão direito a certificado online.
A entrada é gratuita, das 8h às 22h, prestigie! Mais informações: (82) 99999-1301 / 98878-7484 / anajo.vamossubiraserra@gmail.com. Acompanhe a página: https://www.facebook.com/vamosSubiraSerra/
Formação
No evento Vamos Subir a Serra! terá uma edição especial do projeto Tambor Falante na quinta-feira(16) às 16h com o tema Pertencimento Étnico, com a participação de Lepê Correia (foto): Psicólogo, Educador e Pesquisador de culturas e tradições afros e brasileiras; Mestre em Literatura e Interculturalidade; Doutorando em Literatura e Interculturalidade. Também foram convidados como palestrantes nacionais: Érico Brás (ator, cantor e humorista) que falará sobre “Mídia e Racismo” no dia 16 às 19h; e Kênia Maria (atriz, escritora e roteirista, nomeada Defensora dos Direitos das Mulheres Negras pela ONU Mulheres) que abordará no dia 17 às 16h, o tema “Empoderamento da mulher negra”. (Crédito da foto: Divulgação)
Fonte: Coluna Axé – 467ª edição – Jornal Tribuna Independente (14 a 20/11/17) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com
Trata-se de uma realização do Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô, entidade vinculada aos Agentes de Pastoral Negros do Brasil (APNs), em parceria com a Núcleo Zero e gestão de Simone Benchimol; e conta com o patrocínio do Sebrae, da Braskem e da Federação das Indústrias de Alagoas (FIEA), além da parceria da Prefeitura de Maceió, por meio da Fundação Municipal de Ação Cultural e do governo federal, através da Fundação Cultural Palmares.
A finalidade é fomentar e evidenciar as potencialidades do povo negro através de eventos simultâneos com a temática étnico-racial, tais como: feira de produtos afros-quilombolas, ciclo de palestras com nomes de referência local e nacional, tendo como foco o empreendedorismo afro, pertencimento étnico, turismo étnico, empoderamento da mulher negra e a Serra da Barriga como marco fundante.
As oficinas possuem inscrições gratuitas (uma hora antes) com 40 vagas: a primeira acontecerá nessa quarta-feira(15) das 8h às 10hs com o tema: Empoderando, embelezando, glorificando as mulheres com o uso de turbantes – “Seu turbante, sua coroa”, ministrada por Lucélia Tayná; em seguida, das 10h30 às 12h30, será a vez da Oficina Bate cachos – corte a seco ao vivo e tudo sobre cuidados em casa, com Tamires Melo; no dia 16 de novembro, quinta-feira, das 8h às 12h30. Neste dia, a primeira abordará o tema Marketing pessoal – “Você é o seu melhor produto”, com o jornalista e psicólogo Carlos Gonçalves e a participação de Yalla Barros, profissional de estética negra. Das 10h30 às 12h30, será a vez da oficina Empreendedorismo e Produção Cultural, tendo como oficineiro Jonathan Santos Silva, administrador de empresas e coordenador do Cenafro.
Também terá cine-fórum, performances artísticas culturais; o Fala Preta #tireavendadoracismo no dia 15 a partir das 14hs, seguido do desfile Afro-in com a apresentação da cantora Mel Nascimento; e uma viagem pela história do Quilombo dos Palmares, em visitação no dia 18 à Serra da Barriga, em União dos Palmares. Todos os participantes terão direito a certificado online.
A entrada é gratuita, das 8h às 22h, prestigie! Mais informações: (82) 99999-1301 / 98878-7484 / anajo.vamossubiraserra@gmail.com. Acompanhe a página: https://www.facebook.com/vamosSubiraSerra/
Formação
No evento Vamos Subir a Serra! terá uma edição especial do projeto Tambor Falante na quinta-feira(16) às 16h com o tema Pertencimento Étnico, com a participação de Lepê Correia (foto): Psicólogo, Educador e Pesquisador de culturas e tradições afros e brasileiras; Mestre em Literatura e Interculturalidade; Doutorando em Literatura e Interculturalidade. Também foram convidados como palestrantes nacionais: Érico Brás (ator, cantor e humorista) que falará sobre “Mídia e Racismo” no dia 16 às 19h; e Kênia Maria (atriz, escritora e roteirista, nomeada Defensora dos Direitos das Mulheres Negras pela ONU Mulheres) que abordará no dia 17 às 16h, o tema “Empoderamento da mulher negra”. (Crédito da foto: Divulgação)
Fonte: Coluna Axé – 467ª edição – Jornal Tribuna Independente (14 a 20/11/17) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com
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quarta-feira, 1 de novembro de 2017
Relatório sobre violência religiosa
No último dia 26 de outubro ocorreu o 2º Seminário Estadual Consciência Negra e Diversidades, no Espaço Linda Mascarenhas em Maceió, com o tema “Intolerância e Violência Religiosa”. Uma iniciativa da Secretaria de Estado da Mulher e dos Direitos Humanos em parceria com o Conselho Estadual de Promoção de Igualdade Racial (Conepir/AL).
A atividade contou com a presença de Andréa Guimarães – Consultora da Unesco – representante do projeto de fortalecimento das instâncias de participação social para a promoção do respeito à diversidade religiosa, nos estados e Distrito Federal.
A atividade contou com a presença de Andréa Guimarães – Consultora da Unesco – representante do projeto de fortalecimento das instâncias de participação social para a promoção do respeito à diversidade religiosa, nos estados e Distrito Federal.
Na ocasião, foram apresentados os dados do Relatório Nacional de Intolerância e Violência Religiosa no Brasil (2011-2015), que possui 975 casos identificados, sendo 45% registrados em jornais, 41% em ouvidorias e 17% em processos judiciais; equivalente a dois casos por dia no período de cinco anos. Atualmente, a principal ferramenta de controle e registro de dados oficiais é pelo Disk 100, que de forma gratuita e sem expor a vítima, é disponível para todo o território nacional.
Segundo a palestrante essa foi a décima visita oficial para o repasse das informações para alertar sobre os casos de intolerância religiosa, que ao serem denunciados normalmente são enquadradas como injúria ou são arquivadas. “A intolerância religiosa no Brasil é democrática, existe em todos os estados e atinge todas as religiões. É uma questão de calamidade pública, e também se enquadra como terrorismo. As pessoas normalmente não denunciam os casos de violência religiosa, primeiro porque não conhecem seus direitos; segundo, porque têm medo; e terceiro, porque não reconhecem esse sistema de justiça como legítimo”, exaltou Andréa.
O evento contou com a participação da Secretária de Estado da Mulher e Direitos Humanos, Claudia Simões; estudantes, professores, sindicalistas; conselheiros estaduais (mulher, LGBT direitos humanos); além de vários religiosos (matriz africana, católicos, evangélicos, mórmons espíritas e adeptos do Ayuascha) e agnósticos.
Na sexta-feira (27.10), no auditório do Iteral, foi a vez do “Diálogos com o CONEPIR” junto aos demais segmentos da sociedade civil e foi discutida a necessidade da inclusão dos relatos dos casos existentes em Alagoas e defendeu-se a realização de mais um encontro, com data prevista para o dia 11 de dezembro, para discutir a criação de um Fórum Interreligioso pela Cultura de Paz.
Fonte: Coluna Axé – 465ª edição – Jornal Tribuna Independente (31/10 a 06/11/17) / COJIRA/AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com
O evento contou com a participação da Secretária de Estado da Mulher e Direitos Humanos, Claudia Simões; estudantes, professores, sindicalistas; conselheiros estaduais (mulher, LGBT direitos humanos); além de vários religiosos (matriz africana, católicos, evangélicos, mórmons espíritas e adeptos do Ayuascha) e agnósticos.
Na sexta-feira (27.10), no auditório do Iteral, foi a vez do “Diálogos com o CONEPIR” junto aos demais segmentos da sociedade civil e foi discutida a necessidade da inclusão dos relatos dos casos existentes em Alagoas e defendeu-se a realização de mais um encontro, com data prevista para o dia 11 de dezembro, para discutir a criação de um Fórum Interreligioso pela Cultura de Paz.
Fonte: Coluna Axé – 465ª edição – Jornal Tribuna Independente (31/10 a 06/11/17) / COJIRA/AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com
terça-feira, 24 de outubro de 2017
Espetáculo Saravá
O Grupo Trajes, Comédia e Cia encontra-se com o espetáculo de dança Saravá, que homenageia as tradições da religiosidade afro-brasileira. O circuito de apresentações começou no início deste mês, percorrendo vários espaços a exemplo do Ponto de Cultura Ponto de Luz em Arapiraca e o campus do Instituto Federal de Alagoas (Ifal) no município de Palmeira dos Índios.
Os dançarinos representam a arte encontrada a partir dos movimentos do orixá Oxumaré, a montagem é baseada na religião matriz africana e apresenta também elementos da cultura indígena, fazendo uma fusão de simbologias a partir da dramaturgia corporal. É encenado pelos intérpretes criadores Denis Angola (que também faz a direção artística), Alexandrëa Constantino e Jailton Oliveira, e ainda, conta com a participação do músico Izaias Chico.
O Saravá foi contemplado no Edital das Artes Eris Maximiano, promovido pela Prefeitura de Maceió, por meio da Fundação Municipal de Ação Cultural (Fmac); a estreia e circulação são a terceira e última etapa do projeto, que surgiu da necessidade de falar da temática afro, apresentando uma dança mais contemporânea.
O produtor Denis Angola revela que a montagem do espetáculo foi finalizada após um longo período de pesquisa, oficinas de dança e ensaios: “É uma composição feita a partir de estudos de campo, experimentos de movimentação, cor e musicalidade”, declarou.
Nesta quarta-feira(25.10), a partir das 19h30, será a vez de apresentar as belezas e riquezas da cultura negra no palco do Teatro Deodoro durante a programação do projeto Teatro Deodoro é o Maior Barato. O ingresso custa R$20 (inteira) e R$ 10 (meia entrada), e pode ser comprado na bilheteria do teatro, que abre às 14h, e pelo internet sem cobrança de taxa extra pelo link http://www.compreingressos.com/…/8760-sarava-trajes-comedia….
Lembrando que a classificação etária é de 14 anos. Prestigie!
Fonte: Coluna Axé – 464ª edição – Jornal Tribuna Independente (24 a 30/10/17) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com
quarta-feira, 18 de outubro de 2017
Empreendedorismo
De 18 a 20 de outubro, no Centro de Convenções de Maceió localizado no bairro histórico do Jaraguá, terá a 8ª Feira do Empreendedor de Alagoas.
Esse é um dos maiores eventos de empreendedorismo do Sistema Sebrae, que busca promover os produtos e serviços, dos patrocinadores, parceiros e expositores de várias franquias, ajudando a promover e a ampliar a carteira de clientes de todas as partes interessadas.
A programação é composta por oficinas, palestras, mesa redonda, workshop, exposição, sessão de negócios; orientações sobre o Acesso a Crédito com o Banco do Brasil e Banco do Nordeste; Rodada de negócios multissetoriais; Momento do Empresário; Talk Show Troco Likes – Redes Sociais para Alavancar seu Negócio; além de apresentações musicais.
Dentre as palestras destaques estão: “Os Impactos da Reforma Trabalhista para as Micro e Pequenas Empresas” com o palestrante Nélio de Souza (AB & DF ADVOCACIA)”, amanhã (18) às 16h30 na sala 3; e no dia 19, o tema “Cenário Econômico do Brasil: Impactos para as Empresas do Nordeste” às 19h30, no Espaço Criatividade em Ação, com o palestrante Luiz Barreto (Ex Presidente do Sebrae). Também serão discutidos: Vantagens da Formalização para o Micro Empreendedor Individual (MEI), Líder Coach, Educação Financeira, Marketing Digital para Pequenos Negócios, Posicionamento da marca nas Redes Sociais, Economia Sustentável, Registro de Marcas e Patentes, dentre outros.
É um grande momento para aprofundar conhecimentos, despertar ideias, fortalecer os negócios e ampliar a geração de renda. Todas as atividades são gratuita, mas é importante fazer a inscrição antecipada no site: http://feiradoempreendedor.al.sebrae.com.br/. Participe!
Fonte: Coluna Axé – 463ª edição – Jornal Tribuna Independente (17 a 16/10/17) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com
terça-feira, 10 de outubro de 2017
Mestrado sobre quilombolas
O Instituto de Terras e Reforma Agrária de Alagoas (Iteral) recebeu a visita do Prof. Dr. Edmundo Accioly, orientador do acadêmico Jonathan Silva, que buscou o apoio institucional para a tese de Mestrado no Programa de Pós-Graduação em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para Inovação (PROFNIT) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal).
O diretor-presidente do Órgão de Terras, Jaime Silva, e a Assessora Técnica dos Núcleos Quilombolas e Indígenas, Leone Silva, ouviram atentamente a proposta, e destacaram que todas as ações voltadas à autoestima e desenvolvimento socioeconômico são bem vindas. Também foram convocados para dar suporte nas informações: Edenilsa Lima Chagas, Gerente de Articulação Social do Gabinete Civil e Francis Hurst, supervisor de Estudos e Pesquisas da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo de Alagoas (Sedetur).
O objetivo é mapear as oportunidades de negócios através de produtos e serviços porventura existentes em comunidades remanescentes de quilombo do Estado de Alagoas; e também serão ministradas palestras sobre empreendedorismo afro para as lideranças quilombolas e juventude.
O diretor-presidente do Órgão de Terras, Jaime Silva, e a Assessora Técnica dos Núcleos Quilombolas e Indígenas, Leone Silva, ouviram atentamente a proposta, e destacaram que todas as ações voltadas à autoestima e desenvolvimento socioeconômico são bem vindas. Também foram convocados para dar suporte nas informações: Edenilsa Lima Chagas, Gerente de Articulação Social do Gabinete Civil e Francis Hurst, supervisor de Estudos e Pesquisas da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo de Alagoas (Sedetur).
O objetivo é mapear as oportunidades de negócios através de produtos e serviços porventura existentes em comunidades remanescentes de quilombo do Estado de Alagoas; e também serão ministradas palestras sobre empreendedorismo afro para as lideranças quilombolas e juventude.
De acordo com Jonathan Silva: “O grande diferencial deste trabalho é poder trazer a questão da inovação para dentro dos quilombos. Quando trabalhamos na perspectiva de indicações geográficas estamos trabalhando com conceitos de desenvolvimento sustentável, tecnologias sociais, além da propriedade intelectual. Eu vejo que as comunidades têm muito a ganhar, pois estaremos reconhecendo os produtos com notoriedade e tradição. Para o Iteral, permitirá que as ações sejam articuladas e mais planejadas. Se outros órgãos do Governo puderem estar presentes, darão maior proporção, e será algo muito rico para o Estado de Alagoas”, exaltou.
Dentre as propostas para a produção final, encontram-se: criação de um catálogo, publicação do documento técnico para novas pesquisas, identificação das comunidades aptas a participarem das feiras agrárias e a criação de um selo de reconhecimento quilombola. Atualmente, existem 69 comunidades certificadas no Estado de Alagoas e espalhadas em 36 municípios.
Esperamos que o conteúdo científico contribua para a mudança de realidades, de forma positiva, e traga mais valorização para esse povo tão sofrido. Axé!
Fonte: Coluna Axé – 462ª edição – Jornal Tribuna Independente (10 a 16/10/17) / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com
Dentre as propostas para a produção final, encontram-se: criação de um catálogo, publicação do documento técnico para novas pesquisas, identificação das comunidades aptas a participarem das feiras agrárias e a criação de um selo de reconhecimento quilombola. Atualmente, existem 69 comunidades certificadas no Estado de Alagoas e espalhadas em 36 municípios.
Esperamos que o conteúdo científico contribua para a mudança de realidades, de forma positiva, e traga mais valorização para esse povo tão sofrido. Axé!
Fonte: Coluna Axé – 462ª edição – Jornal Tribuna Independente (10 a 16/10/17) / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com
terça-feira, 3 de outubro de 2017
Bienal do livro - 2017
Começou o maior evento literário no Estado de Alagoas, a Bienal Internacional do Livro de Alagoas, que encontra-se na oitava edição. O evento segue até o dia 8 de outubro, com livros e programações para todas as idades: oficinas, contação de histórias, lançamentos de livro, apresentações culturais, roda de conversas, sessão de autógrafos com escritores, palestras, encontro de cordelistas, mostra audiovisual, exposições em estandes variados e até espaço para a troca de livros.
Em relação às atividades com foco nas questões étnicorraciais, destacam-se o Fórum Mestre Zumba, Cine Axé e apresentação de dança de rua. Nessa quarta-feira(4) na Sala Tamarindo das 10h30 às 12h, terá o Espetáculo teatral A saga de Zumbi dos Palmares - Grupo Teatro Cyro Accioly; e às 19h no auditório A, terá a Roda de conversa: Fala Preta! Promovido pelo Instituto Feminista Jarede Viana, que contará com as palestrantes: Ana Pereira, Regina Lopes e Vilma Reis.
Na quinta(5), a partir das 10h no auditório A, acontecerá a 1ª (Des)conferência Zumbi e Maninha Xukuru-Kariri: os rumos das relações étnico-raciais; às 19h na Sala Ipioca, o Fórum Reinventando Alagoas: Mostra Sururu de Cinema Alagoano (O Juremeiro de Xangô; Exu - Além do Bem e do Mal; Jangada de Pau; Ponto das Ervas; Barro do Muquém; Mwnay); na Sala Umbu, das 19h às 22h, terá a palestra “Invisibilidade Negra” com Éric Pascoal. No dia 7 de outubro, das 10h às 12h, na sala Siriguela, as oficinas de Dança: Break (Nego Love), Hip Hop Dance (Fagner Rosendo), House dance (Djamerson – Dja), Street Dance (Bruno e Ataíde - Taíde).
No Brasil, a Universidade Federal de Alagoas (Ufal) é a única universidade que planeja, promove e realiza uma Bienal do Livro – evento cultural, literário e social – que é coordenada pela Editora da Universidade Federal de Alagoas (Edufal) e foi incorporada ao calendário nacional deste segmento.
Em relação às atividades com foco nas questões étnicorraciais, destacam-se o Fórum Mestre Zumba, Cine Axé e apresentação de dança de rua. Nessa quarta-feira(4) na Sala Tamarindo das 10h30 às 12h, terá o Espetáculo teatral A saga de Zumbi dos Palmares - Grupo Teatro Cyro Accioly; e às 19h no auditório A, terá a Roda de conversa: Fala Preta! Promovido pelo Instituto Feminista Jarede Viana, que contará com as palestrantes: Ana Pereira, Regina Lopes e Vilma Reis.
Na quinta(5), a partir das 10h no auditório A, acontecerá a 1ª (Des)conferência Zumbi e Maninha Xukuru-Kariri: os rumos das relações étnico-raciais; às 19h na Sala Ipioca, o Fórum Reinventando Alagoas: Mostra Sururu de Cinema Alagoano (O Juremeiro de Xangô; Exu - Além do Bem e do Mal; Jangada de Pau; Ponto das Ervas; Barro do Muquém; Mwnay); na Sala Umbu, das 19h às 22h, terá a palestra “Invisibilidade Negra” com Éric Pascoal. No dia 7 de outubro, das 10h às 12h, na sala Siriguela, as oficinas de Dança: Break (Nego Love), Hip Hop Dance (Fagner Rosendo), House dance (Djamerson – Dja), Street Dance (Bruno e Ataíde - Taíde).
No Brasil, a Universidade Federal de Alagoas (Ufal) é a única universidade que planeja, promove e realiza uma Bienal do Livro – evento cultural, literário e social – que é coordenada pela Editora da Universidade Federal de Alagoas (Edufal) e foi incorporada ao calendário nacional deste segmento.
Nesse ano, a Bienal do livro tem como tema o Bicentenário da Emancipação Política de Alagoas (1817-2017), e o Governo de Alagoas, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, promoverá o lançamento do livro “Bicentenário em prosa”, com textos de escritores alagoanos e a apresentação do Governador Renan Filho – no estante da Secult, às 16h, no dia 6 de outubro.
Para mais informações, acesse o site oficial: http://bienaldolivroal.com.br/. Entrada gratuita!
Fonte: Coluna Axé – 461ª edição – Jornal Tribuna Independente (03 a 09/10/17) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com
Para mais informações, acesse o site oficial: http://bienaldolivroal.com.br/. Entrada gratuita!
Fonte: Coluna Axé – 461ª edição – Jornal Tribuna Independente (03 a 09/10/17) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com
terça-feira, 19 de setembro de 2017
Alagoas: 200 anos
O Estado de Alagoas celebrou no último sábado, 16 de setembro, 200 anos de Emancipação Política, histórias e conquistas.
Constantemente lembrado pelas paisagens paradisíacas do litoral ao sertão; riqueza gastronômica; cidades tombadas e territórios reconhecidos como patrimônios mundiais a exemplo da Serra da Barriga onde se articulou o maior quilombo de resistência e luta por liberdade tendo como grande líder negro Zumbi dos Palmares.
Infelizmente, também, é muitas vezes hostilizado na grande mídia diante dos casos de corrupção e atuação dos representantes políticos; o analfabetismo; o caos nos serviços públicos e os índices alarmantes de violência, especialmente, contra a juventude. Porém, o grande potencial deste Estado encontra-se no seu próprio povo, que é trabalhador, alegre e acolhedor.
E não podemos esquecer da diversidade cultural, sendo detentor do maior número de manifestações folclóricas com vários folguedos e danças; além dos ícones nacionais na música, literatura, artes, esportes e nas áreas do conhecimento, como: Graciliano Ramos, Aurélio Buarque de Holanda, Lêdo Ivo, Théo Brandão, Djavan, Hermeto Pascoal, Nise da Silveira, Kaká Diegues, Linda Mascarenhas, Marta Vieira da Silva, entre outros.
Desejamos uma nova Alagoas, com mais oportunidades, economia forte e justiça social. Para isso, é necessário conhecer mais a nossa terra, valorizar as raízes e continuar lutando por políticas públicas! Axé!
Fonte: Coluna Axé – 459ª edição – Jornal Tribuna Independente (19 a 25/09/17) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com
Constantemente lembrado pelas paisagens paradisíacas do litoral ao sertão; riqueza gastronômica; cidades tombadas e territórios reconhecidos como patrimônios mundiais a exemplo da Serra da Barriga onde se articulou o maior quilombo de resistência e luta por liberdade tendo como grande líder negro Zumbi dos Palmares.
Infelizmente, também, é muitas vezes hostilizado na grande mídia diante dos casos de corrupção e atuação dos representantes políticos; o analfabetismo; o caos nos serviços públicos e os índices alarmantes de violência, especialmente, contra a juventude. Porém, o grande potencial deste Estado encontra-se no seu próprio povo, que é trabalhador, alegre e acolhedor.
E não podemos esquecer da diversidade cultural, sendo detentor do maior número de manifestações folclóricas com vários folguedos e danças; além dos ícones nacionais na música, literatura, artes, esportes e nas áreas do conhecimento, como: Graciliano Ramos, Aurélio Buarque de Holanda, Lêdo Ivo, Théo Brandão, Djavan, Hermeto Pascoal, Nise da Silveira, Kaká Diegues, Linda Mascarenhas, Marta Vieira da Silva, entre outros.
Desejamos uma nova Alagoas, com mais oportunidades, economia forte e justiça social. Para isso, é necessário conhecer mais a nossa terra, valorizar as raízes e continuar lutando por políticas públicas! Axé!
Fonte: Coluna Axé – 459ª edição – Jornal Tribuna Independente (19 a 25/09/17) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com
terça-feira, 12 de setembro de 2017
Cabelos enrolados...
Meu cabelo enrolado, todos querem imitar, eles estão baratinados, também querem enrolar... A canção foi escrita por Macau na década de 1970, consagrada na voz da cantora Sandra de Sá é considerada um símbolo do orgulho negro e uma das mais conhecidas na música popular brasileira.
Já foi o tempo que os cabelos cacheados, crespos e ondulados eram considerados feios, sujos, bagunçados e outros inúmeros estereótipos negativos. Os conceitos se inverteram, virou tendência, e ampliou-se o interesse por esse tipo de beleza natural.
Atualmente, a busca por informações sobre os cabelos cacheados no Google ultrapassou a pesquisa por cabelos lisos. De acordo com o levantamento realizado pelo Google BrandLab, indica que a procura por dicas relacionadas aos cachos cresceu 232%; outro número animador são as buscas sobre transição capilar - procedimento em que a mulher retira a química dos cabelos com um grande corte para assumir seus cachos - subiu 55%, em dois anos.
Esse tipo de cabelo é volumoso, bastante frágil e assimétrico, porém, os/as especialistas de plantão afirmam que existem pelo menos dez versões para a estrutura dos fios: Tipo 2 - Cabelo ondulado: não é realmente cacheado, mas ondulações variam de leves a intensas e os fios nascem em "S"; 2A: é o cabelo levemente ondulado, fácil de mexer, inclusive de alisar ou enrolar; 2B: Nesse tipo de cabelo, as ondas se formam em todo o cabelo como se fossem uma letra S, é um poucos mais difícil de modelar; 2C: As ondas são bem definidas e apresentam mais volume; Tipo 3 – Cabelo Cacheado: cachos bem definidos; 3A: os cachos são grandes e abertos; 3B: Cachos menores e mais bem definidos, os fios são mais ásperos ao toque; 3C: O fio é mais grosso, praticamente crespo, e os cachos são bem apertados (têm a circunferência aproximada de um lápis), ressecados e armam com facilidade; Tipo 4 – Cabelo Crespo: os fios são mais rijos e ásperos e crescem paralelamente à raiz; 4A: O diâmetro desse cacho é próximo à uma agulha de crochê e retém melhor a umidade; 4B: tem características parecidas com o 4A, mas a mecha esticada é angulosa e fica em forma de "Z", e ainda, pode encolher em até 75% do tamanho natural; 4C: os fios parecem crescer para cima e ele também pode encolher em até 75% do tamanho natural.
Para atender toda essa diversidade, as indústrias de cosméticos estão investindo em linhas específicas de shampoo, condicionador, cremes e óleos de hidratação, cremes de pentear para modelar os cachos, ampliar ou controlar o volume, reduz o frizz, proporcionar o efeito molhado, etc e tal.
Atualmente, a busca por informações sobre os cabelos cacheados no Google ultrapassou a pesquisa por cabelos lisos. De acordo com o levantamento realizado pelo Google BrandLab, indica que a procura por dicas relacionadas aos cachos cresceu 232%; outro número animador são as buscas sobre transição capilar - procedimento em que a mulher retira a química dos cabelos com um grande corte para assumir seus cachos - subiu 55%, em dois anos.
Esse tipo de cabelo é volumoso, bastante frágil e assimétrico, porém, os/as especialistas de plantão afirmam que existem pelo menos dez versões para a estrutura dos fios: Tipo 2 - Cabelo ondulado: não é realmente cacheado, mas ondulações variam de leves a intensas e os fios nascem em "S"; 2A: é o cabelo levemente ondulado, fácil de mexer, inclusive de alisar ou enrolar; 2B: Nesse tipo de cabelo, as ondas se formam em todo o cabelo como se fossem uma letra S, é um poucos mais difícil de modelar; 2C: As ondas são bem definidas e apresentam mais volume; Tipo 3 – Cabelo Cacheado: cachos bem definidos; 3A: os cachos são grandes e abertos; 3B: Cachos menores e mais bem definidos, os fios são mais ásperos ao toque; 3C: O fio é mais grosso, praticamente crespo, e os cachos são bem apertados (têm a circunferência aproximada de um lápis), ressecados e armam com facilidade; Tipo 4 – Cabelo Crespo: os fios são mais rijos e ásperos e crescem paralelamente à raiz; 4A: O diâmetro desse cacho é próximo à uma agulha de crochê e retém melhor a umidade; 4B: tem características parecidas com o 4A, mas a mecha esticada é angulosa e fica em forma de "Z", e ainda, pode encolher em até 75% do tamanho natural; 4C: os fios parecem crescer para cima e ele também pode encolher em até 75% do tamanho natural.
Para atender toda essa diversidade, as indústrias de cosméticos estão investindo em linhas específicas de shampoo, condicionador, cremes e óleos de hidratação, cremes de pentear para modelar os cachos, ampliar ou controlar o volume, reduz o frizz, proporcionar o efeito molhado, etc e tal.
Nas redes sociais, são cada vez mais frequentes os grupos de amizade para pessoas que possuam esse tipo de cabelo ou simplesmente querem compartilhar receitas caseiras de tratamento, tutoriais de penteados, dicas no combate do ressecamento e informações sobre os maiores erros nos cuidados como pentear os cabelos quando estão secos danifica a estrutura dos fios e o fato de mantê-los presos o dia todo favorece a quebra.
O que pode parecer modismo ou futilidade, na verdade, transformou-se em sinônimo de pertencimento étnico, autoestima e empoderamento feminino.
Fonte: Coluna Axé – 458ª edição – Jornal Tribuna Independente (12 a 18/09/17) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com
O que pode parecer modismo ou futilidade, na verdade, transformou-se em sinônimo de pertencimento étnico, autoestima e empoderamento feminino.
Fonte: Coluna Axé – 458ª edição – Jornal Tribuna Independente (12 a 18/09/17) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com
terça-feira, 5 de setembro de 2017
Grito dos Excluíd@s 2017
No dia 7 de setembro, em contraponto ao Dia da Independência do Brasil, terá mais a 23ª edição do Grito dos/as Excluídos/as em Maceió. A concentração está marcada para às 9 horas, na Praça Sinimbu.
A ação busca chamar a atenção da sociedade e do Poder Público sobre as injustiças e a exclusão social, sendo organizada por lideranças de vários movimentos sociais e as pastorais sociais da Igreja Católica.
Neste ano, os trabalhadores do campo e da cidade refletem sobre o tema “Vida em Primeiro Lugar” e o lema “Por direitos e democracia, a luta é todo dia”; a marcha ocorrerá na Avenida da Paz, perfazendo o mesmo trajeto do desfile militar, e retornará à Praça Sinimbu. A expectativa é que a atividade reúna de 1500 a 2 mil pessoas, agregando diversos movimentos que lutam contra as injustiças.
Com este chamado, os movimentos pretendem denunciar a exclusão provocada pelas reformas do governo Temer, a privatização do patrimônio nacional e a consolidação do golpe contra a classe trabalhadora. Em Alagoas, também denunciarão a privatização do Governo Renan e os assassinatos da população de rua, negra, pobre e periférica.
O Grito dos Excluídos/as surgiu no Brasil, em 1994, e se consolidou como um espaço sempre aberto e plural de pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos. E o objetivo é valorizar a vida e anunciar a esperança de um mundo melhor, construindo ações a fim de fortalecer e mobilizar pessoas para atuar nas lutas populares e denunciar as injustiças e os males causados por este modelo econômico liberal e excludente, ocupando ruas e praças por liberdade e direitos.
Fonte: Coluna Axé – 457ª edição – Jornal Tribuna Independente (05 a 11/09/17) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com
Neste ano, os trabalhadores do campo e da cidade refletem sobre o tema “Vida em Primeiro Lugar” e o lema “Por direitos e democracia, a luta é todo dia”; a marcha ocorrerá na Avenida da Paz, perfazendo o mesmo trajeto do desfile militar, e retornará à Praça Sinimbu. A expectativa é que a atividade reúna de 1500 a 2 mil pessoas, agregando diversos movimentos que lutam contra as injustiças.
Com este chamado, os movimentos pretendem denunciar a exclusão provocada pelas reformas do governo Temer, a privatização do patrimônio nacional e a consolidação do golpe contra a classe trabalhadora. Em Alagoas, também denunciarão a privatização do Governo Renan e os assassinatos da população de rua, negra, pobre e periférica.
O Grito dos Excluídos/as surgiu no Brasil, em 1994, e se consolidou como um espaço sempre aberto e plural de pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos. E o objetivo é valorizar a vida e anunciar a esperança de um mundo melhor, construindo ações a fim de fortalecer e mobilizar pessoas para atuar nas lutas populares e denunciar as injustiças e os males causados por este modelo econômico liberal e excludente, ocupando ruas e praças por liberdade e direitos.
Fonte: Coluna Axé – 457ª edição – Jornal Tribuna Independente (05 a 11/09/17) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com
quinta-feira, 31 de agosto de 2017
quarta-feira, 30 de agosto de 2017
terça-feira, 29 de agosto de 2017
Feira das Margaridas
Pela primeira vez em Maceió, terá a Feira das Margaridas do Crédito Fundiário nos dias 30 e 31 de agosto e 1º de setembro, na Praça da Faculdade, das 6h às 22h.
A atividade é uma realização do Governo de Alagoas por meio do Instituto de Terras e Reforma Agrária de Alagoas (Iteral) com o apoio da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Alagoas (Fetag) e do Instituto de Capacitação, Extensão, Formação e ATER (ICEFA).
Participarão agricultores familiares das unidades produtivas do crédito fundiário e assentados da reforma agrária (convidados), que comercializarão produtos como: frutas, tubérculos, hortaliças, verduras, legumes, artesanato, animais; além de doces caseiros, pimenta e ovos de capoeira. O público poderá conferir a casa de farinha, restaurante camponês, espaço para exposição e palestras.
As feirantes e o público em geral poderão conferir a palestra “Quebrando o silêncio” no dia 30 às 15h30, ministrada por Hylza Torres, Promotora de Justiça e Coordenadora do Núcleo de Defesa da Mulher do Ministério Público Estadual (MPE/AL).
Na programação cultural, terá o Espetáculo “Thallita canta Gonzaga” no dia 30 a partir das 18h; na quarta-feira(31) às 19h, o bingo seguido da apresentação de Lula Sabiá e Banda; e na sexta-feira (01.09), o show de Guga do Acordeon e Banda; e no encerramento Xameguinho e Banda.
A ação integra o "Agosto Lilás" – campanha estadual de conscientização sobre a violência contra a mulher – e ainda é uma referência à Margarida Alves, sindicalista rural assassinada no dia 12 de agosto de 1983 em Alagoa Grande (PB), considerada um símbolo na luta pelos direitos dos trabalhadores rurais no Brasil e inspiração para a Marcha das Margaridas criada em 2000.
Esse é mais um momento para o fortalecimento da agricultura familiar, e ainda, enaltece a mulher enquanto protagonista no processo produtivo do Programa Nacional do Crédito Fundiário (PNCF). Entrada franca! Prestigie!
Fonte: Coluna Axé – 456ª edição – Jornal Tribuna Independente (29/08 a 04/09/17) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato:cojira.al@gmail.com
Fonte: Coluna Axé – 456ª edição – Jornal Tribuna Independente (29/08 a 04/09/17) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato:cojira.al@gmail.com
terça-feira, 22 de agosto de 2017
Agosto popular
Para enaltecer as manifestações culturais e sua diversidade no Estado de Alagoas, além da importância dos mestres populares na perpetuação do saber, a Articulação da Cultura Popular e Afroalagoana promove mais uma edição do projeto Agosto Popular.
A programação foi iniciada no sábado(19) sob a coordenação do grupo Cepa Quilombo no bairro do Jacintinho, com o debate sobre “A cultura popular e afro-brasileira como instrumento de inclusão social” e a apresentação de coco de roda, rap, capoeira e a banda Afro Zumbi. No domingo, foi a vez da Casa 31 no Santo Eduardo com o debate “Arte como ato político” seguido de várias apresentações e exposição. Nessa sexta-feira(25), no Quintal Cultural localizado no bairro do Bom Parto, terá a partir das 16h o debate sobre “Cultura e Direitos Humanos no combate à violência contra a mulher e juventude”; e as apresentações do grupo Afro Dendê, o grupo de capoeira Engenho Velho, o coletivo de hip hop ‘Noís q faiz’ e os grupos de dança ‘Oz Deuzes do Guetho’ e ‘Escoteiros da Cidadania’.
No dia 26, o Coletivo AfroCaeté coordena a atividade no bairro histórico do Jaraguá às 15h, com o debate “Folclore, Cultura Popular e Negritude” e apresentações do grupo de dança Àfojubá, a literatura de cordel do Mestre Jorge Calheiros e o batuque do coletivo.
A programação foi iniciada no sábado(19) sob a coordenação do grupo Cepa Quilombo no bairro do Jacintinho, com o debate sobre “A cultura popular e afro-brasileira como instrumento de inclusão social” e a apresentação de coco de roda, rap, capoeira e a banda Afro Zumbi. No domingo, foi a vez da Casa 31 no Santo Eduardo com o debate “Arte como ato político” seguido de várias apresentações e exposição. Nessa sexta-feira(25), no Quintal Cultural localizado no bairro do Bom Parto, terá a partir das 16h o debate sobre “Cultura e Direitos Humanos no combate à violência contra a mulher e juventude”; e as apresentações do grupo Afro Dendê, o grupo de capoeira Engenho Velho, o coletivo de hip hop ‘Noís q faiz’ e os grupos de dança ‘Oz Deuzes do Guetho’ e ‘Escoteiros da Cidadania’.
No dia 26, o Coletivo AfroCaeté coordena a atividade no bairro histórico do Jaraguá às 15h, com o debate “Folclore, Cultura Popular e Negritude” e apresentações do grupo de dança Àfojubá, a literatura de cordel do Mestre Jorge Calheiros e o batuque do coletivo.
E no domingo, 27 de agosto, a programação acontecerá na Praça Santa Teresa no bairro da Ponta Grossa a partir das 16h com as apresentações artísticas: Grupo Erê, Grupo Ginga Brasil, Afoxé Ofáomin, Fanfarra da Escola Edson Bernardes, Coletivo AfroCaeté, Bumba Meu Boi, Rogério Dyaz e a Trincheira, Afro Afoxé, Bateria da Escola de samba Girassol, Afoxé Okê Arô e Roda de RAP (Sakura e convidados).
Todas as ações também fazem alusão ao Dia do Folclore, celebrado em todo o país no dia 22 de agosto, que foi instituído por meio do Decreto de Lei nº 56.747, de 17 de agosto de 1965, aprovado pelo Congresso Nacional. Prestigie!
Fonte: 455ª edição – Jornal Tribuna Independente (22 a 28/07/17) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com
Todas as ações também fazem alusão ao Dia do Folclore, celebrado em todo o país no dia 22 de agosto, que foi instituído por meio do Decreto de Lei nº 56.747, de 17 de agosto de 1965, aprovado pelo Congresso Nacional. Prestigie!
Fonte: 455ª edição – Jornal Tribuna Independente (22 a 28/07/17) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com
terça-feira, 15 de agosto de 2017
Thallita canta Gonzaga
O Espetáculo “Thallita canta Gonzaga” é uma iniciativa do Projeto Thalita, que reúne no palco música, teatro e muita emoção.
Com duração de aproximadamente 1h, o espetáculo possui aproximadamente 60 artistas, crianças do projeto e convidados, que despertam uma viagem à cultura nordestina e ainda homenageia o Rei do Baião Luiz Gonzaga.
Serão interpretadas nove canções: Vida de Viajante, Luar do Sertão, Xote das Meninas, Xote Ecológico, Que nem jiló, ABC do Sertão, Asa Branca, Rei Bantu e Ave Maria Sertaneja.
A primeira apresentação será nessa quinta-feira, 17 de agosto, no Teatro Deodoro em Maceió, a partir das 19hs e o ingresso é apenas 1kg de alimento não perecível. O ciclo de apresentações continuará no dia 22 de setembro no Sesc Centro; 06 de outubro, no Teatro Linda Mascarenhas; e 28 de outubro no Sesc Poço.
O projeto Thalita pertence à “Associação Esperança e Vida” é uma organização não governamental com finalidade jurídica o desenvolvimento de ações socioeducativas e culturais. Fundada no dia 9 de março de 1996 possui atualmente 150 famílias assistidas com várias ações, dentre elas: oficinas de canto, flauta doce, teatro, reforço educacional, informática, cursos profissionalizantes, formação e apoio psicológico à família e comunidade; além da realização de palestras a exemplo dos direitos da crianças e combate da exploração infantil, atividades de recreação, visita a museus e ao parque municipal ecológico.
A instituição está localizada na Av. Djalma Fragoso de Alencar, 15, Petropolis, Maceió. Contato: (82) 3328-9333 / projetothallita@ibest.com.br. Prestigie!
Fonte: Coluna Axé – 454ª edição – Jornal Tribuna Independente (15 a 21/07/17) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com
Serão interpretadas nove canções: Vida de Viajante, Luar do Sertão, Xote das Meninas, Xote Ecológico, Que nem jiló, ABC do Sertão, Asa Branca, Rei Bantu e Ave Maria Sertaneja.
A primeira apresentação será nessa quinta-feira, 17 de agosto, no Teatro Deodoro em Maceió, a partir das 19hs e o ingresso é apenas 1kg de alimento não perecível. O ciclo de apresentações continuará no dia 22 de setembro no Sesc Centro; 06 de outubro, no Teatro Linda Mascarenhas; e 28 de outubro no Sesc Poço.
O projeto Thalita pertence à “Associação Esperança e Vida” é uma organização não governamental com finalidade jurídica o desenvolvimento de ações socioeducativas e culturais. Fundada no dia 9 de março de 1996 possui atualmente 150 famílias assistidas com várias ações, dentre elas: oficinas de canto, flauta doce, teatro, reforço educacional, informática, cursos profissionalizantes, formação e apoio psicológico à família e comunidade; além da realização de palestras a exemplo dos direitos da crianças e combate da exploração infantil, atividades de recreação, visita a museus e ao parque municipal ecológico.
A instituição está localizada na Av. Djalma Fragoso de Alencar, 15, Petropolis, Maceió. Contato: (82) 3328-9333 / projetothallita@ibest.com.br. Prestigie!
Fonte: Coluna Axé – 454ª edição – Jornal Tribuna Independente (15 a 21/07/17) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com
quarta-feira, 2 de agosto de 2017
Quilombos ameaçados
Em agosto, o futuro de milhões de quilombolas será decidido no Supremo Tribunal Federal (STF).
Desde 2004, o Partido Democratas (DEM) entrou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no STF, questionando o decreto 4887/2003 que regulamenta o procedimento para identificação, reconhecimento, delimitação, demarcação e titulação das terras ocupadas por remanescentes das comunidades dos quilombos de que trata o art. 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias”.
Essas comunidades são grupos étnico-raciais, segundo critérios de auto-atribuição, com trajetória histórica própria, dotados de relações territoriais específicas, com presunção de ancestralidade negra relacionada com a resistência à opressão histórica sofrida. Lembrando que cabe ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) a regulamentação dos procedimentos administrativos para identificação, medição e demarcação das terras. E a Fundação Cultural Palmares/Ministério da Cultura deverá instruir o processo para fins de registro ou tombamento e zelar pelo acautelamento e preservação do patrimônio cultural brasileiro.
O julgamento será retomado no dia 16 de agosto e essa será a terceira vez que o direito constitucional quilombola estará em pauta; a primeira vez foi em 2012, com o voto do Ministro Cesar Peluso pela inconstitucionalidade do decreto; e a segunda, em 2015, com o voto pela constitucionalidade da Ministra Rosa Weber; e agora, retornará com o voto do Ministro Dias Tóffoli. Caso seja aprovado, os quilombos já titulados no país podem ser anulados e novas titulações não serão possíveis sem o decreto. Atualmente, mais de 6 mil comunidades ainda aguardam o reconhecimento e lutam pela efetivação de políticas públicas em seus territórios.
Buscando conscientizar a população brasileira sobre esse retrocesso e desvalorização das comunidades quilombolas; além de combater o racismo e a concentração fundiária no país; a Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ) encontra-se com uma mobilização para arrecadar assinaturas na petição online: https://peticoes.socioambiental.org/nenhum-quilombo-a-menos.
O Brasil é quilombola! Nenhum quilombo a menos!
Fonte: Coluna Axé – 452ª edição – Jornal Tribuna Independente (01 a 07/08/17) / Cojira-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com
quarta-feira, 12 de julho de 2017
Julho das pretas - 2017
No dia 25 de Julho é celebrado o Dia da Mulher Negra Latina Americana e Caribenha. Trata-se de um marco internacional, instituído em 1992, durante o I Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-caribenhas, para dar visibilidade e reconhecimento a presença e a luta das mulheres negras nesse continente.
O mês de julho é um mês de mobilização, também conhecido como o Julho das Pretas, porque no dia 25 de julho, também celebra-se o Dia Nacional da Mulher Negra e da quilombola Tereza de Benguela (Projeto de Lei do Senado nº 23, de 2009, de autoria da Senadora Serys Slhessarenko). Em todo o Brasil, entidades do Movimento de Mulheres e segmentos afros realizam debates, seminários, lançamento de livros, desfiles afros e homenagens.
Em Alagoas, o Conselho Estadual da Defesa dos Direitos da Mulher (Cedim) e o Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial (Conepir-AL) em conjunto com a Rede de Mulheres Negras do Nordeste e várias instituições alagoanas realizarão uma ampla programação em alusão à data. Nos dias 12 a 19 no Museu da Imagem e do Som (MISA), no histórico bairro do Jaraguá, terão vários debates.
Nessa quarta-feira (12) a partir das 14h terá a oficina Fala Preta: discursos e estética enquanto práticas de poder, que será ministrada por Ana Pereira, Presidenta do Cedim e Regina Lopes, integrante do Instituto Feminista Jarede Viana. E a cerimônia de abertura oficial será às 18h30 com o debate sobre “Escritas Negras em Alagoas: poderes e resistência!”, seguida da apresentação artística da sambista Mel Nascimento. No dia 13 às 14h, será a vez de discutir sobre a “Saúde da Mulher Negra: uma dívida histórica”; no dia 14 – Mulheres Pretas: intolerância religiosa e resistências com a presença do Coletivo AfroCaeté e o Centro de Formação e Inclusão Social Inaê; e no dia 18 – “Mulheres Negras na mira do tráfico para fins de exploração sexual”.
O Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô – entidade vinculada aos Agentes de Pastoral Negros do Brasil (APNs) – realizarão no dia 17, o Cine-Fórum em escolas públicas sobre gênero e racismo. A Universidade Federal de Alagoas (Ufal) UFAL – Campus A C Simões em Maceió também será palco do empoderamento feminino, o Núcleo Temático Mulher&Cidadania discutirá no dia 19 de julho, sobre “Ativismo de Lélia Gonzalez: percurso do feminismo da mulher negra”. Todas essas ações buscam mobilizar e refletir sobre a luta e resistência da mulher negra contra a opressão de gênero e racismo. Entrada franca. Prestigie!
Mulher negra
A brasileira Taís Araújo (foto), 38 anos, foi nomeada no último dia 3 de julho ao posto de “Defensora dos Direitos das Mulheres Negras” pela ONU Mulheres Brasil. Antes dela, já recebeu esse título a atriz e escritora carioca Kenia Maria. Taís é atriz, apresentadora, mãe de dois e diva; e é conhecida por levantar a bandeira de luta contra o racismo. Agora, terá a missão de apoiar iniciativas da organização no combate à desigualdade de gênero e ao preconceito racial, apoiando na visibilidade das mulheres negras como um dos grupos prioritários do Plano de Trabalho da ONU Brasil para a Década Internacional de Afrodescendentes. (Crédito da foto: Divulgação/TV Globo)
Fonte: Coluna Axé – 449ª edição – Jornal Tribuna Independente (11 a 17/07/17) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com
O mês de julho é um mês de mobilização, também conhecido como o Julho das Pretas, porque no dia 25 de julho, também celebra-se o Dia Nacional da Mulher Negra e da quilombola Tereza de Benguela (Projeto de Lei do Senado nº 23, de 2009, de autoria da Senadora Serys Slhessarenko). Em todo o Brasil, entidades do Movimento de Mulheres e segmentos afros realizam debates, seminários, lançamento de livros, desfiles afros e homenagens.
Em Alagoas, o Conselho Estadual da Defesa dos Direitos da Mulher (Cedim) e o Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial (Conepir-AL) em conjunto com a Rede de Mulheres Negras do Nordeste e várias instituições alagoanas realizarão uma ampla programação em alusão à data. Nos dias 12 a 19 no Museu da Imagem e do Som (MISA), no histórico bairro do Jaraguá, terão vários debates.
Nessa quarta-feira (12) a partir das 14h terá a oficina Fala Preta: discursos e estética enquanto práticas de poder, que será ministrada por Ana Pereira, Presidenta do Cedim e Regina Lopes, integrante do Instituto Feminista Jarede Viana. E a cerimônia de abertura oficial será às 18h30 com o debate sobre “Escritas Negras em Alagoas: poderes e resistência!”, seguida da apresentação artística da sambista Mel Nascimento. No dia 13 às 14h, será a vez de discutir sobre a “Saúde da Mulher Negra: uma dívida histórica”; no dia 14 – Mulheres Pretas: intolerância religiosa e resistências com a presença do Coletivo AfroCaeté e o Centro de Formação e Inclusão Social Inaê; e no dia 18 – “Mulheres Negras na mira do tráfico para fins de exploração sexual”.
O Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô – entidade vinculada aos Agentes de Pastoral Negros do Brasil (APNs) – realizarão no dia 17, o Cine-Fórum em escolas públicas sobre gênero e racismo. A Universidade Federal de Alagoas (Ufal) UFAL – Campus A C Simões em Maceió também será palco do empoderamento feminino, o Núcleo Temático Mulher&Cidadania discutirá no dia 19 de julho, sobre “Ativismo de Lélia Gonzalez: percurso do feminismo da mulher negra”. Todas essas ações buscam mobilizar e refletir sobre a luta e resistência da mulher negra contra a opressão de gênero e racismo. Entrada franca. Prestigie!
Mulher negraA brasileira Taís Araújo (foto), 38 anos, foi nomeada no último dia 3 de julho ao posto de “Defensora dos Direitos das Mulheres Negras” pela ONU Mulheres Brasil. Antes dela, já recebeu esse título a atriz e escritora carioca Kenia Maria. Taís é atriz, apresentadora, mãe de dois e diva; e é conhecida por levantar a bandeira de luta contra o racismo. Agora, terá a missão de apoiar iniciativas da organização no combate à desigualdade de gênero e ao preconceito racial, apoiando na visibilidade das mulheres negras como um dos grupos prioritários do Plano de Trabalho da ONU Brasil para a Década Internacional de Afrodescendentes. (Crédito da foto: Divulgação/TV Globo)
Fonte: Coluna Axé – 449ª edição – Jornal Tribuna Independente (11 a 17/07/17) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com
quarta-feira, 5 de julho de 2017
terça-feira, 4 de julho de 2017
Retorno do Tambor Falante
O Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô – instituição vinculada aos Agentes de Pastoral Negro do Brasil (APNs) – desenvolve desde a sua fundação em dezembro de 2005, atividades de formação e que promovam a reflexão sobre racismo, várias formas de preconceito e intolerância; pertencimento étnico; além da vulnerabilidade social em Alagoas.
Nesse segundo semestre, a instituição retomará o projeto "TAMBOR FALANTE: Refletindo, Debatendo e Transformando Realidades" que foi um dos selecionados no Prêmio Eris Maximiniano 2015, desenvolvido pela Prefeitura de Maceió, por intermédio da Fundação Municipal de Ação Cultural (FMAC).
A próxima etapa acontecerá no sábado (08/07), a partir das 15h, no auditório do Estádio Rei Pelé localizado no bairro Trapiche da Barra em Maceió, com o tema: “Os desafios na atual conjuntura dos povos tradicionais”. O encontro contará com as intervenções dos facilitadores Zezito Araújo (Mestre em História do Brasil e Professor de História da Secretaria de Educação de Alagoas) e Edenilsa Lima (Gerente de Articulação Social do Gabinete Civil e Coordenadora do Comitê Institucional de Políticas para as Comunidades Tradicionais de Alagoas).
Segundo o Decreto Nº 6.040, de 7 e Fevereiro de 2007 que criou a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais, define os povos tradicionais como: “são grupos culturalmente diferenciados e que se reconhecem como tais, que possuem formas próprias de organização social, que ocupam e usam territórios e recursos naturais como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica, utilizando conhecimentos, inovações e práticas gerados e transmitidos pela tradição”.
São exemplos de povos ou comunidades tradicionais: Povos Indígenas, Quilombolas, Seringueiros, Castanheiros, Quebradeiras de coco-de-babaçu, Comunidades de Fundo de Pasto, Catadoras de mangaba, Faxinalenses, Pescadores Artesanais, Marisqueiras, Ribeirinhos, Varjeiros, Caiçaras, Povos de terreiro, Praieiros, Sertanejos, Jangadeiros, Ciganos, Pomeranos, Açorianos, Campeiros, Varzanteiros, Pantaneiros, Geraizeiros, Veredeiros, Caatingueiros, Retireiros do Araguaia, dentre outros.
No Estado de Alagoas, foi instituído no ano de 2016 um comitê para tratar de políticas de desenvolvimento para povos tradicionais, os quilombolas, ciganos e índios; além de ficar responsável por articular e integrar as políticas públicas intersetoriais, elaborar e desenvolver projetos para o fortalecimento de suas culturas, além de implementar e monitorar o Plano Estadual de Desenvolvimento dos Povos Tradicionais e de Matriz Africana. O Tambor Falante é aberto ao público, sendo destinado aos ativistas dos segmentos afros, lideranças de movimentos sociais, além de pesquisadores e estudantes; e no encerramento terá a apresentação artística da banda Afro Afoxé.
Essa é a oportunidade de aprofundar e compartilhar conhecimentos sobre as ações desenvolvidas em Alagoas. Participe!
Nesse segundo semestre, a instituição retomará o projeto "TAMBOR FALANTE: Refletindo, Debatendo e Transformando Realidades" que foi um dos selecionados no Prêmio Eris Maximiniano 2015, desenvolvido pela Prefeitura de Maceió, por intermédio da Fundação Municipal de Ação Cultural (FMAC).
A próxima etapa acontecerá no sábado (08/07), a partir das 15h, no auditório do Estádio Rei Pelé localizado no bairro Trapiche da Barra em Maceió, com o tema: “Os desafios na atual conjuntura dos povos tradicionais”. O encontro contará com as intervenções dos facilitadores Zezito Araújo (Mestre em História do Brasil e Professor de História da Secretaria de Educação de Alagoas) e Edenilsa Lima (Gerente de Articulação Social do Gabinete Civil e Coordenadora do Comitê Institucional de Políticas para as Comunidades Tradicionais de Alagoas).
Segundo o Decreto Nº 6.040, de 7 e Fevereiro de 2007 que criou a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais, define os povos tradicionais como: “são grupos culturalmente diferenciados e que se reconhecem como tais, que possuem formas próprias de organização social, que ocupam e usam territórios e recursos naturais como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica, utilizando conhecimentos, inovações e práticas gerados e transmitidos pela tradição”.
São exemplos de povos ou comunidades tradicionais: Povos Indígenas, Quilombolas, Seringueiros, Castanheiros, Quebradeiras de coco-de-babaçu, Comunidades de Fundo de Pasto, Catadoras de mangaba, Faxinalenses, Pescadores Artesanais, Marisqueiras, Ribeirinhos, Varjeiros, Caiçaras, Povos de terreiro, Praieiros, Sertanejos, Jangadeiros, Ciganos, Pomeranos, Açorianos, Campeiros, Varzanteiros, Pantaneiros, Geraizeiros, Veredeiros, Caatingueiros, Retireiros do Araguaia, dentre outros.
No Estado de Alagoas, foi instituído no ano de 2016 um comitê para tratar de políticas de desenvolvimento para povos tradicionais, os quilombolas, ciganos e índios; além de ficar responsável por articular e integrar as políticas públicas intersetoriais, elaborar e desenvolver projetos para o fortalecimento de suas culturas, além de implementar e monitorar o Plano Estadual de Desenvolvimento dos Povos Tradicionais e de Matriz Africana. O Tambor Falante é aberto ao público, sendo destinado aos ativistas dos segmentos afros, lideranças de movimentos sociais, além de pesquisadores e estudantes; e no encerramento terá a apresentação artística da banda Afro Afoxé.
Essa é a oportunidade de aprofundar e compartilhar conhecimentos sobre as ações desenvolvidas em Alagoas. Participe!
Fonte: Coluna Axé – 448ª edição – Jornal Tribuna Independente (04 a 10/07/17) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com
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